Algumas são enormes a ponto de assustar, mas infelizmente, são inevitáveis.
Você pode amenizá-las com hábitos simples de higiene (não estou chamando espinhentos de sujos) e alimentação. Mas como todo problema, é preciso entendê-lo para resolvê-lo.
A pele precisa de hidratação e para isso ela usa o sebo, estimulado por hormônio.
Acontece que quando a pessoa está em fase de adolescência, os hormônios ficam desequilibrados, fazendo com que seja liberado mais sebo na pele. Porém a medida com que os poros se renovam, eles vão expulsando as células mortas que junto com o sebo, cria uma tampa, que entope o poro.
Se a tampa subir, acontece o cravo, mas se ela subir acontece a espinha.
Mas a história não para por aí, pois, poros entopidos, são ambientes perfeitos para a proliferação de bactérias. Logo, como proteção, o organismo concentra leucócitos (glóbulos brancos), os responsáveis pela proteção imunológica do corpo, nesse poro, o que causa uma inflamação. Como toda inflamação, depois que o organismo termina de "exterminar" as bactérias, pela pele, ele expulsa as bactérias e os leucócitos mortos através do pus (quando a espinha fica amarelada.
Uma alimentação controlada pode evitar espinhas. Nada de dietas que judiam, só alguns alimentos não recomendáveis durante a puberdade.
Evitar alimentos que contém muitos lipídios, ajuda, pois o sebo, principal fator na formação da espinha, é rico em lipídios, e se não comer muito lipídio, consequentemente não haverá lipídio para a formação de sebo exagerado. Ou seja, se você comer pouco lipídio durante a puberdade, só vai ter lipídio para formar o sebo necessário. Não é para parar de comer lipídio, pois a falta pode provocar raquitismo. E o excesso problemas cardiovasculares (do coração).
Os alimentos ricos em Lipídios são: manteiga, margarina, frituras, doces, biscoitos recheados, carnes gordas, queijo amarelo, leite integral, requeijão, embutidos, ETC.
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